segunda-feira, 4 de maio de 2009

Mas afinal, quem são eles???

Sou o feliz “proprietário” de quatro lindos filhinhos. São dois casais. O casal “A” é do meu primeiro casamento e o casal “B” do atual. No casal “A” a menina nasceu primeiro. No casal “B” o menino. Portanto dois meninos e duas meninas. Isso é a realização de um sonho. Sempre quis ter 4 filhos, sendo dois meninos e duas meninas. Explico. Eu tenho dois irmãos. Um menino de 41 anos e uma menina de tr... deixa pra lá. Eu soube o que é ter um irmão e uma irmã. Minhas experiências foram completas. Sei o que é brincar com um menino e sei o que é chatear uma menina. Meu irmão teve as mesmas experiências. Já minha irmã só soube o que é ter irmãos homens. Ela não sabe o que é competir com alguém do mesmo sexo, em pé de igualdade. Isso sempre me fez pensar que o melhor número seria 4 filhos, sendo dois casais, assim todos teriam as mesmas experiências. De mães diferentes, ficou ainda melhor. Embora eles sejam meio irmãos se tratam e se amam como se fossem da mesma mãe. Outra benção que eu sempre agradeço. As mães ajudam no processo de convívio entre irmãos tendo uma relação cordial. Outra benção. Cordial ao ponto de deixarmos os nossos pequenos aos cuidados da mãe “A” sem a menor preocupação. Muito pelo contrário, ficamos até mais despreocupados quando isso acontece.

Vamos a eles:

Nat: 16 anos. A adolescente. A emoção.
Nan: 13 anos. O metro-sexual. A razão.
Jay: 08 anos. O moleque. O amor.
Vic: 04 anos. O bebê. A paixão.

Um comentário:

  1. Puxa vida irmão, vc tem um blog e nem me avisa e ainda por cima me cita... bom, mas pelo menos não revelou minha idade... rsrs.
    Mas não tenho problema com isso não, vou até lançar meu blog no próximo dia 4 com uma postagem sobre o término do meu 5o. setênio.
    Bom, mas o assunto aqui é sobre paternidade e isso me remete automaticamente à minha infância.
    Percebo o quanto as pessoas são importantes na minha vida pela intensidade das emoções de minhas lembranças e vc está presente nas mais significativas, prá falar a verdade está em quase todas, fazendo essa função: a de pai. Não no que diz respeito à responsabilidade, mas sim na de exemplo... às vezes bom, às vezes ruim... rsrs.
    Como não lembrar das noites frias que eu corria para o quarto de vcs e ficava lá quietinha, nos sustos que vc me dava, na fita cassete que tocava, tocava e que eu e nosso mano ouvíamos e compartilhávamos o que vc estava sentindo no mais completo silêncio. Os chicletes que eu pedia, insistentemente, os seus amigos que eu atormentava quando iam em casa estudar, suas aulas de matemática usando laranjas, sua implicância com o objeto direto, nossos poucos, mas inesquecíveis passeios de bicicleta e até aquela caminhada insana debaixo da chuva... tudo tão longe, mas tão perto.
    Fora as conversas, os conselhos, as risadas e algumas pegadas no pé, mas que fazem parte.
    Pai é uma figura, isso é verdade, mas o instinto paterno, isso pode acontecer de diversas formas e vc, meu irmão, vem treinando há 36 anos... ops, 36 só comigo.
    Eu não tive a experiência de ter um irmão e uma irmã, isso é verdade, mas se essa pergunta me fosse feita: "Vc troca um dos seus irmãos para viver a experiência de ter uma irmã?", eu diria que não... mil vezes não.
    De todos os presentes que Deus poderia me dar, ele me deu o mais precioso, nossos pais e olha que beleza, já vinha com dois irmãos: as melhores pessoas que alguém podia ter!
    Amo os dois, e amo muito.
    Ah! e fora isso, se já não fosse felicidade o bastante, vc trouxe ao mundo esses quatro seres de luz. HaPaiXonado... sua cara. Parabéns pelo blog.

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