sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Final de Ano e Natal

Meu Deus! Mais um final de ano. Este período pra mim tem sido de stress. A dinâmica de empurrar as crianças nos estudos é PUNK. Durante um tempo escola é sinônimo de brincadeiras, diversão, festinhas. Quando passam da metade do ciclo fundamental e o "bicho pega", coitados dos pais. A Nat é estudiosa e dedicada. Mas os processos de amadurecimento trazem conflitos que tiram o foco dos estudos. Portanto, preciso trazê-la para a Terra constantemente. O Nan é daqueles que fazem a sua parte. Nem menos, mas também nenhum centímetro a mais. Sempre esteve bem. Estritamente na média. Mas um dia a casa cai, e se você não tiver "gorduras" já viu? Foi o que aconteceu nesse ano. O Jay é um caso a parte. Ficou de "provão" em inglês e espanhol. Ele garante que não repetirá. Mas as horas de estudos são dificeis e cansativas. A Vic ainda não tem este peso. Mas gera eventos como ninguém. Reunião da ginática, festinha de encerramento da natação, reunião da natação, festinha de encerramento da escolinha, reunião na escola, festinha de encerramento da ginástica, ufa! ufa! e mais um grande UFA! Depois temos o natal. Pensar nos presentes. Pior, ir comprar os presentes. Filas, congestionamentos, gente tão estressada quanto nós. Vendedores chatos. Vendedores solícitos demais. Vendedores cansados. Menu? Todo ano as reuniões para decidir o que comer, sobremesas, novas receitas, novos assados. Certo que no final, invariavelmente termina nos bons e velhos peru, pernil e tender. Na nossa casa existem alguns rituais. Toda noite de natal, somos brindados com a presença do bom velhinho ( o Papai Noel ). Ele entra na nossa casa, bate o sininho, come os biscoitinhos de canela que eu e o Jay fazemos, bebe o leite, deixa aparecer um pouquinho do indefectível chapéu vermelho. Todo o ano ele aparece. Mas existe uma magia nisso. Na nossa família existe uma musiquinha mágica. Não se sabe ao certo quem a compôs. Não se sabe desde quando é entoada na família. Mas ela, ao longo dos anos, tem criado o clima necessário para que a magia se faça presente. Todos em determinado momento viram o Papai Noel embalados por essa canção. O maestro não poderia deixar de ser ele, o Dja. Até hoje muitos primos (barbados) juram que ao se cantarolar a música mágica tiveram a felicidade de avistar o Papai Noel. O Dé foi mais longe. Viu o trenó com as renas e tudo o mais. Nesse ano não será diferente. E o bom de tudo isso é que a matéria prima, para que essa magia toda continue existindo, está se renovando. Nesse ano teremos a Gabi. Certo que o primeiro contato gera um terror que durará anos, mas com o tempo esse terror virará curiosidade, depois interesse material mesmo, depois amor, humor e acredito que em certos casos rancor por não ter recebdio o presente que constava da cartinha :)
Ahhh! Antes de terminar a letra da musiquinha mágica. Não custa nada tentar.
Papai Noel você está por ai?
Toca o sininho pra gente ouvir.
Simples. Curtinha. Mas o efeito é maravilhoso.
********** Feliz Natal **********

Momento TWITTER

Vic com cama nova. Feliz por ganhar uma cama de adulto. Triste por ter de se despedir do berço. Ri e chora. Linda

Shoemaker versus Schumacher

Jay ficou de "provão" em duas matérias: Inglês e Espanhol. O estudo tem sido difícil, pois ele recusa-se a estudar com a mãe, que domina o inglês e arranha bem o espanhol. Temos seguido com o meu inglês "macarrônico" e com o meu coitadinho "portunhol". Entre um milhão de tópicos a estudar ele tem de ler dois livros. Isso gerou outro momento hilariante.

O livrinho conta a história de um sapateiro (shoemaker).

[Jay] - Não. Não vou mais ler esse livro. (chorando, ou melhor fazendo manha)
[Deb] - Que livro Jay?
[Jay] - Do Schumacher ( Michael Schumacher o corredor)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Pérolas do Nan

Prova de história.
Nota: E
Apesar da nota e da total falta de conhecimento, impossível não achar graça:
Causas da Proclamação da República - Dom Pedro II brigou com o Papa, ai o Afeganistão começou a brigar com o Brasil.

Afeganistão ?????????????????????????????????????

- Pô pai...queria dizer VATICANO....

Essa merece ir pra net...

Momento Piscina

Quinta-feira, 19/11/2009 - 21:30 - Noite de enorme calor em São Paulo.

Eu e o Jay na piscina. Percebi vários helicópteros sobrevoando a nossa casa.

- Olha Jay! Quantos helicópteros! O que será? Tem jogo no Morumbi hoje?
- Acho que estão indo para PARALISÓPOLIS....

Momento TWITTER

Puxa! Como vamos prender esse enfeite de Papai Noel na porta?
Será que eu uso cola quente? Um prego?
Vic: Pai, usa GUREX
(tecla SAP: GUREX=DUREX)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Momento TWITTER

- Vic que fruta é essa??
- GAVRIOLA, pai.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Nossos amigos, os Pais 2000

Sempre nutri o desejo de ter um filho no ano 2000. Tenho uma paixão (talvez mania) por datas e pelo controle do tempo (calendários). Portanto ter um filho no ano 2000, seria muito interessante. Nada esotérico. Puramente numérico. Qdo era jovem imaginava que uma criança que nascesse no ano de 2000, teria 1 ano em 2001, 2 anos em 2002, 20 anos em 2020 e por ai vai. Exato. Redondo. Matemático. Não imaginava que viesse a acontecer. Meus filhos mais velhos nasceram na década de 90. E nem passava pela minha cabeça que a vida mudaria de rumo e eu viria a ter mais dois filhos. Para minha felicidade e espanto o Jay nasceu em 2000. Em maio. Ou seja no meio do ano. Mais 2000 que isso impossível. Puxa! Agradeci mais uma vez o presentão da vida. Além de ter mais um filhinho... um filhinho nascido em 2000. Amém. Mas não fomos só nós que tivemos essa honra :). Na escolinha do João conhecemos um grupo de pais que também tiveram o privilégio de ter filhos nascidos em 2000. E com alguns houve uma empatia tamanha, que formamos um grupo. Um grupo de pais, cuja amizade iniciou-se nas reuniões de escola, nas festinhas de aniversários, nos encontros dominicais no clube e cristalizou-se de tal forma que hoje, mantemnos laços fortíssimos de amizade. Nas nossas diferenças, nas nossas convicções, estamos juntos e compartilhamos momentos muito agradáveis de lazer e troca de experiências de como educar, de como passar por determinados problemas. Há uma diversidade. E descobri, como é bom que haja essa pluralidade. Aceitar ou não aceitar as idéias não vem ao caso. Ouvir e respeitar, isso é que torna rica a relação. Esses momentos nos levam a uma intimidade e liberdade, onde confiamos nossos pequenos ao outro com total e absoluta confiança. Na minha cabeça, e somente na minha cabeça, esse grupo é denominado de Pais 2000. Ok... apresentado o grupo. Nos próximos posts falarei um pouquinho sobre cada um dos integrantes. Só coisas positivas, prometo hehehe!

Mentirinhas

Ensinamos aos nossos pimpolhos que eles nuncam devem mentir. Eu sempre digo aos meus, que sempre digam a verdade. Diante da verdade, por mais dura que seja a situação, eu estarei ao lado deles. Já na mentira.!.?.! Nat e Nan dizem sempre a verdade. Nota vermelha? Ligam da escola imediatamente pra contar e se livrarem logo do peso. Há uma bronquinha, como não podia deixar de ser. Mas inicia-se ai o processo de ajuda. Ajuda pra estudar. Aula particular. Ou seja lá o que for necessário. Pronto! Não houve a necessidade da mentira. O problema foi solucinado prontamente. Instaura-se a paz e a harmonia. Diante de uma mentira instala-se o caos. Mostrei isso a eles. Administrar uma mentira é difícil e desgastante, muito mais que assumir a verdade. Assumir um erro muitas vezes já enobrece a burrada feita. E venhamos e convenhamos, todos nós erramos. Mesmo na qualidade de pais, educadores, sabedores de todos os segredos do universo (ao olhar dos pimpolhos ao menos) somos passíveis de erro. Omissão então... nem se fale. Pois bem, mas toda essa reflexão veio da historinha sobre Papai Noel que eu vou contar hoje. Como o Natal está chegando acho que vale aqui um "causo" do Jay. Para ilustrar melhor vou transcrever alguns diálogos compilando alguns trechos para que a idéia das "mentirinhas" tenham sentido. Vamos a ela:
Jay (8 anos): Pai...
Eu (44 anos): Humm...
Jay: Hoje na escola a professora perguntou quem acreditava em Papai Noel e somente eu levantei a mão.
Eu: Putz Jay ! Seus colegas nunca viram o Papai Noel? Que pena! Eles devem ser muito mal-criados mesmo. Papai Noel só aparece pra quem é educado e obediente. (ai meu Deus!)
Jay: Eu fiquei um pouco envergonhado...
Eu: Ora... mas por quê?
Jay: Eu acho que o Papai Noel não existe. Pai; Papai Noel não existe né?
Eu: (Glup... engolindo seco)... veja bem Jay... eu já vi o Papai Noel, portanto pra mim ele existe. Mas para muitos que só acreditam vendo, e que nunca viram o Papai Noel de verdade, ele não existe.
Jay: Mas você viu né?
Eu: Claro... aos 7 anos. Certo que estava escuro, e fiquei olhando pelo buraquinho da fechadura. Mas juro que vi. Eu vi.
Jay: Pai... não existe né?
Eu: Ok! Não existe... tudo o que fazemos no Natal é para manter para você e sua irmã a Magia do Natal.
Jay: Eu já desconfiava.
Eu: Jay... imagine como foi dificil para nós mantermos essa história pra vocês. Os sininhos tocando na noite de natal... o chapeuzinho dele aparecendo nas janelas... o Papai Noel que veio em casa.. tudo isso faz parte de uma tradição da nossa família. É legal não é?
Jay: É... (pensativo)
Jay: Pai, vocês mentiam pra mim?
Eu: Nããããããããoooooo... não mentimos pra você. Apenas mantínhamos para você e sua irmã, a história de Papai Noel.
Jay: Mas se ele não existe... vocês mentiram...
Eu: (totalmente sem graça) Pois é... mentimos...
Jay: Mas você sempre diz que não devemos mentir.
Eu: Mas uma mentirinha como essa pode.... (ai meu Deus!)
Jay: Mas eu fiquei anos acreditando nessa mentirinha... portanto é uma mentirona...
Eu: Mas foi uma mentirinha que não trouxe prejuizo a ninguém...
Jay: Trouxe sim...trouxe a mim... eu passei vergonha na escola, por uma mentira de vocês...
Eu: Desculpe-me Jay...
Jay: Ok... não esquenta!
Eu: Mas é legal né? Fala a verdade...
Jay: Sim...
Eu: Imagine quando for com os seus filhos? Vamos fazer o mesmo, assim como o seu avô faz com você (um dia eu conto sobre a tradição de Natal na nossa casa, criada obviamente, pelo Dja)
Jay: Não sei se eu quero mentir pra eles...
Eu: Ok! Vamos esperar até lá então....
Ele se retirou. Meio triste. Cabecinha baixa.
Eu: Jayyy......
Jay: Oi...
Eu: Aproveitando... sabe as pegadinhas do coelhinho da Páscoa?????

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Sensações: Frio na Barriga

Jay passou por uma grande experiência. Talvez a maior de todas as experiências pela qual todos passamos ao menos uma vez na vida. Ele sentiu o friozinho na barriga do primeiro beijo na menina "amada". Estava todo feliz. E as mudanças começaram imediatamente. Periodicamente ele examinava o "hálito". Pensar que até a manhã do sábado (03/10/09), dia do ocorrido, ele saia sem escolvar os dentes. Lembro-me muito bem dos meus frios na barriga. Maravilhosos. Por motivos importantes. Por motivos fúteis. Mas todos maravilhosos. Pena que hoje quase nada me cause essa sensação, na verdade, ela foi sendo substituida por outras tão boas quanto. Quando vejo a Vic, por exemplo, sinto o coração pular. Não sei bem porque mas pula. A amizade "confortável" e reconfortante da Nat e do Nan é quente e colorida. Sabe quando a vida está pálida e fria? Pois então... a dupla de Ns tem o poder de transformar tudo em cores vibrantes e esquentar a vida. Como? Com bom humor, risos altos, gestos fartos. Quer coisa melhor? Talvez, e somente, o friozinho na barriga, do primeiro beijo na pessoa amada.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Stress de fim de ano

Começou o stress de final de ano. Acabei de sair da reunião com as professoras do Jay. Intelectualmente ele está excelente. Já no quesito comportamento.... Continua sendo o bom e velho Jay. Terrível. Vamos arrumar. Sempre quis ter um filhinho terrível. Seja feita a sua vontade, AMÉM ! A Nat foi convidada a assessorar o jovem da escola dela que participará do "Embaixadores do Clima". Muito legal. Oito jovens do Brasil participarão desse projeto. O Den será o único aluno da rede privada de ensino. Os outros 7 são da rede pública. Um projeto que vale a pena. Envolvem os jovens a seguirem e pensarem sobre práticas efetivas no problema do aquecimento global. Pena que o terceiro setor aqui no Brasil seja essa "bagunça". A Nat continua com "probleminhas" pra resolver "problemões" de matérias exatas. Ai ! O Nan continua na "paz divina". Fazendo a parte dele. Nem mais. Nem menos. Ele é um cara EXATO (hehehe). A Vic está com uma crise forte de tosse. Chega a primavera ela fica assim. Creio que seja alergia ao polén. Precisamos fazer o teste. Portanto começo a me preparar psicologicamente para as grandes emoções que me aguardam no final de ano. Reuniões. Expectativas. Anseios. Consultas aos sites das escolas. Campeonatos finais. Festinhas. Quer saber? Nessas horas vou a la Mc Donalds: AMO MUITO TUDO ISSO!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O que eles estão aprontando

Não faço mais rascunho antes de postar aqui. Muito chato. Word (aproveitando o corretor ortográfico), lê, relê, tira, põe, revisa, pede opiniões, posta. Alguns textos, na verdade muitos, foram escritos e ficaram perdidos por ai. Sejamos mais práticos. Vamos direto ao assunto. Hoje o assunto é a evolução das crianças nesses últimos meses. Nat está indo bem. Está muito entusiasmada com a partipação no SIEM. Adorei a idéia desses simulados. Você escolhe um tema sugerido, estuda sobre os acontecimentos históricos e geográficos (só por isso eu já adorei mesmo!) e depois discute com jovens da mesma idade. Há moderadores. Não só discute como revive os acontecimentos. Treina-se a oratória (maravilhoso!). Defende-se idéias. Administra-se sentimentos e emoções. Muito bom. Nan na mesma. Cresceu muito. Está lindão. Cara de homem. A massa foi dividida pelo corpo. Deixou de ser gordinho. Está magrão. Ótimo. Jay um capítulo a parte. Está com o braço quebrado (quebrou em 11/09/09). Bolada na mão quando treinava futebol. Atendimento do clube foi muito bom. Estamos no processo de trazê-lo de volta ao convívio familiar. "Punk". Mas está sendo um aprendizado. Ser pai de filhos lindos, calmos, serenos, obedientes, estudiosos é o céu. Mas aprendemos pouco sobre este ser chamado PAI. Precisamos mesmo de um filho que seja lindo, terrível, agitado, desobediente, inteligente porém indisciplinado, mal educado e sem educação pra nos dar a verdadeira dimensão de ser pai. Paciência, controle, calma, abnegação, são algumas características que mais exercitei nos últimos meses. A Vic está linda. A cada dia que passa fica com o gênio mais forte. Tem me surpreendido com as conversas. Não sei onde busca tanta informação. Mas começa as por as "garras" pra fora. Ai que medo! Charme e vaidade em forma de menina. Coisa de louco. Apesar de tudo, quando os vejo, sinto-me renovado e feliz.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Momento TWITTER

Essas meninas são impressionantes... sempre me surpreendendo. Corajosas e determinadas...

sábado, 18 de julho de 2009

Momento TWITTER

As asas deles estão ENORMES. Todos voando. A cada dia mais distantes do ninho.

Parabéns Vic

Olá. Depois de um tempo ausente, voltei. Nem vou começar com esse papo de "ai ! preciso postar...preciso escrever..." senão o blog que é prazeroso fica chatérrimo. E certamente muitas vezes as loucuras da vida não me permitirão escrever assiduamente. No stress ! Hoje vou prestar minhas homenagens a Vic. Ela acabou de completar 5 anos. Puxa vida! Como o tempo passa rápido. Há exatos 5 anos estávamos passando um dos maiores sufocos dessa nossa vida permeada de "super sufocos". A Vic nasceu prematura. 6 meses. A Deb foi assolada por uma sindrome chamada Hellp Sindrome. Quase morre. Quase as duas morrem. Eu fui pra sala de parto. O Zé (médico) tirou todas as enfermeiras da sala. Pediu que ficassemos apenas eu, a esposa dele e o anestesista. Sob a mesa de parto estavam sacos com plasma e sangue. O número de glóbulos vermelhos caia assustadoramente. A Deb estava prestes a entrar num quadro de hemorragia (desculpem-me os médicos mas os termos aqui empregados foram anotados durante os procedimentos, posso estar enganado). A memória que ficou: O Zé trabalhando. Nesse dia dei valor a essa profissão maravilhosa. Ele tinha duas vidas sob sua responsabilidade. O suor pingava sobre a face. Complicação. O "saco" que envolve os orgãos internos estava preso a camada da pele. O tempo era importante. Meu coração queria sair pela boca. Olhava atentamente para as feições da esposa do Zé. O menor indício de preocupação me faria desmaiar certamente. Plácida, calma. Ok. Vamos em frente. Enfim o útero. Enfim a Vic. Pequena. Sujinha. Chorinho. Como o útero é pequeno! Pensei que fosse enorme. Conheci a Deb por dentro literalmente. UTI neonatal. Na época a UTI do Einstein foi capa da Revista Veja. (Puta coincidência). Mote da matéria: Eles não perdem bebês. (Ufa!). E não perdem mesmo. Hoje a Vic está aqui. Enorme. Linda. Mal criada. Mandona. Chatíssima. Saudável. Inteligente e perfeita. Viva o Einstein! Viva a medicina! Viva o Zé e a esposa! Viva a vida! Viva a Vic! Vida longa a Vic! Obrigado Deb! Obrigado meu Deus!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Momento Twitter

Meu Deus !!! Como as meninas falam !!!!!!!!!!!!!!!!

Mas afinal, quem são eles???

Sou o feliz “proprietário” de quatro lindos filhinhos. São dois casais. O casal “A” é do meu primeiro casamento e o casal “B” do atual. No casal “A” a menina nasceu primeiro. No casal “B” o menino. Portanto dois meninos e duas meninas. Isso é a realização de um sonho. Sempre quis ter 4 filhos, sendo dois meninos e duas meninas. Explico. Eu tenho dois irmãos. Um menino de 41 anos e uma menina de tr... deixa pra lá. Eu soube o que é ter um irmão e uma irmã. Minhas experiências foram completas. Sei o que é brincar com um menino e sei o que é chatear uma menina. Meu irmão teve as mesmas experiências. Já minha irmã só soube o que é ter irmãos homens. Ela não sabe o que é competir com alguém do mesmo sexo, em pé de igualdade. Isso sempre me fez pensar que o melhor número seria 4 filhos, sendo dois casais, assim todos teriam as mesmas experiências. De mães diferentes, ficou ainda melhor. Embora eles sejam meio irmãos se tratam e se amam como se fossem da mesma mãe. Outra benção que eu sempre agradeço. As mães ajudam no processo de convívio entre irmãos tendo uma relação cordial. Outra benção. Cordial ao ponto de deixarmos os nossos pequenos aos cuidados da mãe “A” sem a menor preocupação. Muito pelo contrário, ficamos até mais despreocupados quando isso acontece.

Vamos a eles:

Nat: 16 anos. A adolescente. A emoção.
Nan: 13 anos. O metro-sexual. A razão.
Jay: 08 anos. O moleque. O amor.
Vic: 04 anos. O bebê. A paixão.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

A primeira vez a gente nunca esquece

Guardo perfeitamente a primeira vez que peguei a minha filha no colo. Naquele momento aconteceu algo estranho. Parece que o tempo parou e que no mundo só nós dois existíamos. Pequena, com aquela carinha amassada, feia ( só mãe mesmo para achar recém nascido lindo), mas minha. Não minha, no sentido de posse, mas minha criação. Naquele momento eu entendi finalmente tudo o que aprendi sobre religião. Senti o poder da criação. Que super milagre é esse. De um momento de prazer, amor, energia, um serzinho. Senti-me meio Deus. Senti-me tocado por Deus. Talvez more ai a nossa grande semelhança. Somos também capazes de criar, alguém nossa própria imagem. Gostei tanto da experiência de ter uma obra minha nos braços que resolvi repetir a dose mais três vezes. E todas elas foram divinas. Sem contar com duas tentativas frustradas, que também tiveram sua dose de aprendizado e amor. Mas isso é para outro post.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Open Blog

Há quase dois meses eu criei este blog com o intuito de postar as emoções de ser pai, do ser pai.
Não tenho a menor pretensão de ensinar como ser pai, pois esta é uma tarefa árdua e muito dura. Tenho aprendido a cada dia que educar, ensinar e orientar nas doses certas é muito difícil. Manter o equilíbrio diante desses pequenos seres iluminados às vezes é tarefa das mais complexas que demanda entrega, amor e um paciência maior que nossas forças podem produzir. Portanto não sabia como começar. Afinal como começar o meu blog sobre a arte de ser pai? No dia 06 de abril, segunda-feira passada (hoje é dia 09/04/2009) minha filha mais velha completou 16 anos. Nesse dia, ao vê-la, inspirei-me. Ou melhor, ela inspirou-me. Vendo aquele “mulherão” relembrei os últimos anos, e entendi que exerço essa função há exatos 16 anos. Nós não contamos o tempo de ser pai. Contamos o tempo de trabalho para aposentar-nos, o tempo que iremos cursar aquela universidade (quatro anos, cinco anos), o tempo que passamos juntos dos nossos cônjuges (bodas de prata, ouro, diamante), mas não contamos o tempo de exercer o papel de pai. No dia dos pais somos celebrados mas nunca vi ninguém assoprar uma velinha com o tempo de “carreira”. Não sei você, mas eu entendi que não fazemos isso, pois o tempo de ser pai é tão rápido, tão doido, tão veloz e alucinado, que não precisamos e nem devemos. É isso ai.