segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Sensações: Frio na Barriga

Jay passou por uma grande experiência. Talvez a maior de todas as experiências pela qual todos passamos ao menos uma vez na vida. Ele sentiu o friozinho na barriga do primeiro beijo na menina "amada". Estava todo feliz. E as mudanças começaram imediatamente. Periodicamente ele examinava o "hálito". Pensar que até a manhã do sábado (03/10/09), dia do ocorrido, ele saia sem escolvar os dentes. Lembro-me muito bem dos meus frios na barriga. Maravilhosos. Por motivos importantes. Por motivos fúteis. Mas todos maravilhosos. Pena que hoje quase nada me cause essa sensação, na verdade, ela foi sendo substituida por outras tão boas quanto. Quando vejo a Vic, por exemplo, sinto o coração pular. Não sei bem porque mas pula. A amizade "confortável" e reconfortante da Nat e do Nan é quente e colorida. Sabe quando a vida está pálida e fria? Pois então... a dupla de Ns tem o poder de transformar tudo em cores vibrantes e esquentar a vida. Como? Com bom humor, risos altos, gestos fartos. Quer coisa melhor? Talvez, e somente, o friozinho na barriga, do primeiro beijo na pessoa amada.

2 comentários:

  1. Grande fase essa do Jay... A gente ta sempre nervoso, sem saber como se faz, se o certo é pegar assim, beijar assado... Mas já é um grande progresso perceber que se não escovar os dentes não vai rolar...rsrs. No mais, meus parabéns, Seity, não exatamente pelo blog em si, mas pela idéia subjacente do seu grande, enorme coração! Só hj ( 11-10-09 ) foi que eu abri o seu blog. E vou estar sempre lendo, por que o seu sentimento à flor da pele é similar ao meu, o qual, confesso, não tenho conseguido deixar aflorar como deveria, permitindo que as vicissitudes mundanas o afoguem.
    Finalizando, uma poesia da hora, singela (tem alguma métrica, mas rimas pobres (rimas ricas são feitas com palavras de classes gramaticais diferentes)):

    O seu blog eu li ( Seytiii)
    Não me arrependi
    É um incentivo
    Faz-se sentir vivo
    Se há pai xonado
    Há filho acordado
    À ré pendido
    Do bafo fedido!

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