quarta-feira, 29 de julho de 2009
Momento TWITTER
Essas meninas são impressionantes... sempre me surpreendendo. Corajosas e determinadas...
sábado, 18 de julho de 2009
Parabéns Vic
Olá. Depois de um tempo ausente, voltei. Nem vou começar com esse papo de "ai ! preciso postar...preciso escrever..." senão o blog que é prazeroso fica chatérrimo. E certamente muitas vezes as loucuras da vida não me permitirão escrever assiduamente. No stress ! Hoje vou prestar minhas homenagens a Vic. Ela acabou de completar 5 anos. Puxa vida! Como o tempo passa rápido. Há exatos 5 anos estávamos passando um dos maiores sufocos dessa nossa vida permeada de "super sufocos". A Vic nasceu prematura. 6 meses. A Deb foi assolada por uma sindrome chamada Hellp Sindrome. Quase morre. Quase as duas morrem. Eu fui pra sala de parto. O Zé (médico) tirou todas as enfermeiras da sala. Pediu que ficassemos apenas eu, a esposa dele e o anestesista. Sob a mesa de parto estavam sacos com plasma e sangue. O número de glóbulos vermelhos caia assustadoramente. A Deb estava prestes a entrar num quadro de hemorragia (desculpem-me os médicos mas os termos aqui empregados foram anotados durante os procedimentos, posso estar enganado). A memória que ficou: O Zé trabalhando. Nesse dia dei valor a essa profissão maravilhosa. Ele tinha duas vidas sob sua responsabilidade. O suor pingava sobre a face. Complicação. O "saco" que envolve os orgãos internos estava preso a camada da pele. O tempo era importante. Meu coração queria sair pela boca. Olhava atentamente para as feições da esposa do Zé. O menor indício de preocupação me faria desmaiar certamente. Plácida, calma. Ok. Vamos em frente. Enfim o útero. Enfim a Vic. Pequena. Sujinha. Chorinho. Como o útero é pequeno! Pensei que fosse enorme. Conheci a Deb por dentro literalmente. UTI neonatal. Na época a UTI do Einstein foi capa da Revista Veja. (Puta coincidência). Mote da matéria: Eles não perdem bebês. (Ufa!). E não perdem mesmo. Hoje a Vic está aqui. Enorme. Linda. Mal criada. Mandona. Chatíssima. Saudável. Inteligente e perfeita. Viva o Einstein! Viva a medicina! Viva o Zé e a esposa! Viva a vida! Viva a Vic! Vida longa a Vic! Obrigado Deb! Obrigado meu Deus!
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Mas afinal, quem são eles???
Sou o feliz “proprietário” de quatro lindos filhinhos. São dois casais. O casal “A” é do meu primeiro casamento e o casal “B” do atual. No casal “A” a menina nasceu primeiro. No casal “B” o menino. Portanto dois meninos e duas meninas. Isso é a realização de um sonho. Sempre quis ter 4 filhos, sendo dois meninos e duas meninas. Explico. Eu tenho dois irmãos. Um menino de 41 anos e uma menina de tr... deixa pra lá. Eu soube o que é ter um irmão e uma irmã. Minhas experiências foram completas. Sei o que é brincar com um menino e sei o que é chatear uma menina. Meu irmão teve as mesmas experiências. Já minha irmã só soube o que é ter irmãos homens. Ela não sabe o que é competir com alguém do mesmo sexo, em pé de igualdade. Isso sempre me fez pensar que o melhor número seria 4 filhos, sendo dois casais, assim todos teriam as mesmas experiências. De mães diferentes, ficou ainda melhor. Embora eles sejam meio irmãos se tratam e se amam como se fossem da mesma mãe. Outra benção que eu sempre agradeço. As mães ajudam no processo de convívio entre irmãos tendo uma relação cordial. Outra benção. Cordial ao ponto de deixarmos os nossos pequenos aos cuidados da mãe “A” sem a menor preocupação. Muito pelo contrário, ficamos até mais despreocupados quando isso acontece.
Vamos a eles:
Nat: 16 anos. A adolescente. A emoção.
Nan: 13 anos. O metro-sexual. A razão.
Jay: 08 anos. O moleque. O amor.
Vic: 04 anos. O bebê. A paixão.
Vamos a eles:
Nat: 16 anos. A adolescente. A emoção.
Nan: 13 anos. O metro-sexual. A razão.
Jay: 08 anos. O moleque. O amor.
Vic: 04 anos. O bebê. A paixão.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
A primeira vez a gente nunca esquece
Guardo perfeitamente a primeira vez que peguei a minha filha no colo. Naquele momento aconteceu algo estranho. Parece que o tempo parou e que no mundo só nós dois existíamos. Pequena, com aquela carinha amassada, feia ( só mãe mesmo para achar recém nascido lindo), mas minha. Não minha, no sentido de posse, mas minha criação. Naquele momento eu entendi finalmente tudo o que aprendi sobre religião. Senti o poder da criação. Que super milagre é esse. De um momento de prazer, amor, energia, um serzinho. Senti-me meio Deus. Senti-me tocado por Deus. Talvez more ai a nossa grande semelhança. Somos também capazes de criar, alguém nossa própria imagem. Gostei tanto da experiência de ter uma obra minha nos braços que resolvi repetir a dose mais três vezes. E todas elas foram divinas. Sem contar com duas tentativas frustradas, que também tiveram sua dose de aprendizado e amor. Mas isso é para outro post.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Open Blog
Há quase dois meses eu criei este blog com o intuito de postar as emoções de ser pai, do ser pai.
Não tenho a menor pretensão de ensinar como ser pai, pois esta é uma tarefa árdua e muito dura. Tenho aprendido a cada dia que educar, ensinar e orientar nas doses certas é muito difícil. Manter o equilíbrio diante desses pequenos seres iluminados às vezes é tarefa das mais complexas que demanda entrega, amor e um paciência maior que nossas forças podem produzir. Portanto não sabia como começar. Afinal como começar o meu blog sobre a arte de ser pai? No dia 06 de abril, segunda-feira passada (hoje é dia 09/04/2009) minha filha mais velha completou 16 anos. Nesse dia, ao vê-la, inspirei-me. Ou melhor, ela inspirou-me. Vendo aquele “mulherão” relembrei os últimos anos, e entendi que exerço essa função há exatos 16 anos. Nós não contamos o tempo de ser pai. Contamos o tempo de trabalho para aposentar-nos, o tempo que iremos cursar aquela universidade (quatro anos, cinco anos), o tempo que passamos juntos dos nossos cônjuges (bodas de prata, ouro, diamante), mas não contamos o tempo de exercer o papel de pai. No dia dos pais somos celebrados mas nunca vi ninguém assoprar uma velinha com o tempo de “carreira”. Não sei você, mas eu entendi que não fazemos isso, pois o tempo de ser pai é tão rápido, tão doido, tão veloz e alucinado, que não precisamos e nem devemos. É isso ai.
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